Estamparia Literária: poesia por todos os lados

Ontem fiquei muito feliz em saber que a Flávia, minha prima, abriu uma lojinha virtual ultra/mega charmosa.

Com a sabedoria e a calma de quem não nasceu sabendo, mas que absorveu tudo que viu e engoliu tudo que leu, as designers e sócias Isabel De Nonno e Flávia Castro criaram a charmosa Estamparia Literária. Trata-se de um negócio/comércio/editora que encontrou nas imagens da literatura uma forma de se expressar. A Estamparia Literária consegue transportar um pouco de arte e bossa para onde quer que ela vá.

Numa época onde se tudo faz correndo e a vida passa voando, as meninas – Isabel e Flávia – preferem admirar a vida pela janela, mas deixam a porta aberta, caso você queira entrar…

Link: Estamparia Carioca

Fotos: divulgação

Para Sempre Sergio Rodrigues

Ontem o universo do design perdeu um ícone do mobiliário brasileiro, o carioca Sérgio Rodrigues, que assinou inúmeros móveis desejados e admirados em todo mundo. Entusiasta da madeira e das formas, o arquiteto uniu os dois e criou maravilhas como a famosa poltrona Mole, vencedora de vários prêmios e exposta no Museu de Arte Moderna de Nova York.

Através dos traços de Sergio, o design brasileiro se tornou internacionalmente conhecido – e reconhecido pelo design mundial.

“O móvel não é só a figura, a peça, não é só o material de que esta peça é composta, e sim alguma coisa que tem dentro dela. É o espírito da peça. É o espírito brasileiro. É o móvel brasileiro.” S.R.

Poltrona Mole

Banco Mocho

Poltrona kilin

Banco Mucki

RIP Sergio Rodrigues

Link: http://www.sergiorodrigues.com.br/

Fotos: reprodução

DIY: Decoração de Páscoa

Olha que coisa mais fofa esse vasinho se mini cenouras? Lindo, né? Dica incrível e fácil para incrementar a decoração da mesa na Páscoa.

O que precisa?

Vasinhos de barro do tamanho que você desejar (fica bacana usar tamanhos variados)
Mini cenourinhas
Salsinha
Pasta de homus árabe

Como fazer?

Primeiro, corte alguns molhinhos pequenos de salsinha (com folhas e caule) e enfie na ponta mais gordinha da mini cenoura. Depois, basta pegar um vasinho de barro, forrar a parte interna de papel laminado, encher de homus (pode ser encontrado em qualquer loja ou restaurante árabe) e depois enfiar as mini cenourinhas (podem ser encontradas nos supermercados).

Fácil e super charmoso!!

Fonte: http://www.handmadeintheheartland.com/2014/04/easter-baby-carrots-fresh-made-hummus.html#more

O verdadeiro Chesterfield

Há um certo encantamento no ambiente quando enfeitado com um sofá Chesterfield. Talvez seja por seu design clássico ou quem sabe pela sua tradição. Ao me deparar com um Chesterfield, as primeiras coisas que me vêm à cabeça são as palavras luxo e sofisticação. Sou vidrada nos braços arredondados e em toda aquela suntuosidade. Esse é o tipo de sofá que diz pro que veio. É capaz de valorizar o ambiente sozinho e parece adaptar-se a uma variedade de interiores.

Dizem que o Chesterfield – ou uma forma similar do modelo que conhecemos hoje – foi inventado para decorar o quarto do conde de Chesterfield (o que explica o nome), Philip Stanhope (1694-1773), em meados do século 18. Nesta época, o formato de sofá confortável foi uma grande revolução, conforto não foi uma prioridade no mobiliário até 1700.

Mas apesar de toda idade que um verdadeiro Chesterfield carrega na sua estrutura, ele se manteve “up dated” e atemporal. O que convenhamos, é ótimo, já que o investimento para adquirir uma peça como esta também não é nada modesto. Porém, o investimento vale a pena. Quanto mais velho – digo, velho em bom estado – que o couro fica, mas bonito o sofá é. Adoro o couro com carinha de surrado. Mesmo não seja nada barato, esse é um móvel que dura gerações e que pode tranquilamente ser passado de pai para filho. Falando nisso, se alguém tiver um vintage, escondidinho, esquecido no sótão da vovó, me avise, tenho grande interesse…

Fotos: reprodução

Fancy Box: chegou!

Para quem ainda não conhece, Fancy é um site incrível onde a gente pode encontrar, compartilhar e comprar várias coisinhas diferentes: desde um utensílio de cozinha com design maneiríssimo até aquela bolsa da Stella McCartney que você vem namorando faz tempo e muitas “otras cositas más”.

A Fancy Box é uma caixa repleta de novidades inesperadas. O negócio é assim: você faz a assinatura por 39 dólares/mês e recebe a caixa surpresa, sem saber o que vem dentro, no endereço de sua escolha. Para quem mora no Brasil, a caixa fica em torno de 56 dólares, o que ainda assim é uma pechincha, já que os produtos sempre somam bem mais do que o dobro deste valor.

O legal é que cada um pode assinar a caixa que mais se parecer com o seu perfil. Existem tipos de caixas distintas: a tradicional, as de comida, a verbal, além de outras com produtos escolhidos por personalidades como a cantora Pink, o ator Ashton Kutcher e a modelo Coco Rocha.

Fancy na Pink.

Imagine se fosse verdade: Ashton Kutcher – pessoalmente – fazendo o delivery da Fancy na sua casa?!

Fancy Coco Rocha: cheia de itens ligados ao mundo fashion.

Tem tempo que a Manu – minha irmã – me falou sobre a Fancy Box, mas eu ainda não tinha experimentado. Há um mês, resolvi assinar a tradicional. Na verdade eu queria uma das de comida, mas, infelizmente, esta não pode ser entregue no Brasil.

A minha primeira fancy box chegou ontem! Cheia de coisas interessantes.

Abrir essa caixa é uma delícia! A expectativa de não saber o que tem dentro é bem bacana.

Olha quanta coisa: uma paradinha para fazer hamburger, um negócio para picar legumes, um óculos, um colar com pingente dourado parecendo um dente de tubarão e uma bolsinha/auto falante à prova d’água para iPhone. Sensacional, né?!

Já estou ansiosa para a do mês que vem…

Link: fancy.com