Orient Express: uma viagem no tempo…

Il était une fois l’Orient Express: uma bela exposição que retrata a aventura do famoso trem que inspirou o cinema e a literatura. Nenhum trem foi cercado de tantas histórias, mistérios e celebridades como esse.

Mais do que uma exposição, uma viagem ao tempo… com todo o esplendor de uma época de puro charme. A exposição é consagrada ao mítico trem Orient Express, ícone da Arte Déco que fez a alegria de gerações de viajantes e abriu as portas do Oriente.
A expo está no pátio do Instituto do Mundo Árabe. São 5 vagões originais, sendo que a primeira locomotiva apita de hora em hora como se fosse a partida ou a chegada. A viagem vai começar! Logo em seguida, você é levado pelo percurso da exposição através dos outros vagões decorados com uma atmosfera luxuosa que acompanhava seus viajantes mais ilustres.
Nesse momento você é transportado para um universo cinematográfico, onde todas as referências de seus célebres frequentadores está ao seu lado. Memórias, cidades, personagens fotos de época e ambientes transcritos com precisão par ate fazer viajar entre o Oriente e o Ocidente através das épocas.
O vagão-restaurante está a cargo do chefe estrelado Yannick Alléno, mas só com reservas para o jantar. Uma experiência!
A visita continua no interior do Instituto do Mundo Árabe, onde descobrimos a história, a personalidade e seu ‘inventor ‘ Georges Nagelmackers. Um verdadeiro museu do Orient Express com objetos, documentos de arquivos, cartazes originais e todo o universo imaginário que se criou em torno de um mito que abriu as rotas de Istambul, Damas, Beirute, Bagdá, Cairo, Louxor…

Quem não entraria nessa viagem luxuosa… em todos os seus apectos?!

A exposição continua no Instituto do Mundo Árabe até 31 de agosto e agora com horário especiais, os famosos, nocturnes, já que estamos no verão e a noite só chega às 22h. Aproveitem! Puro glamour!

De terça a quinta de 9h30 à 20h. Sexta-feira, nocturne, até 21h30.
Sábados, domingos e feriados de 9h30 à 20h.

A partir de 8 de agosto, nocturnes, sextas e sábados até 22hs.
Super nocturnes, sexta e sábados, 22 e 23 de agosto, até 5h da manhã!!

Super-Heróis Marvel à Paris

O Museu de Artes Lúdicas de Paris trouxe a primeira exposição mundial consagrada à arte dos super-heróis da Marvel. Até dia 31 de agosto todo o universo da criação dos super-heróis da Marvel é apresentado através de mais de 300 pranchas de desenhos originais, pinturas, pré-produções, 200 documentos de trabalho para a adaptação desses personagens ao cinema. O mais interessante é acompanhar a evolução gráfica através dos tempos de personagens como Capitão América, Hulk, passando por Thor , o Homem Aranha, os X-Men e sem esquecer os Avengers e o Quarteto Fantástico. A exposição agrada mais aos adultos do que as crianças, porque os únicos objetos utilizados nos filmes que estão na exposição são: o martelo de Thor, o escudo do Capitão América e a moto de Hydra.

Musée Art Ludique 
até dia 31 de agosto
34 Quai d’Austerlitz, 75013 Paris
artludique.com

DVF: A Jornada de um Vestido

O lendário vestido Wrap da designer Diana Von Furstenberg acaba de fazer 40 anos. E para celebrar a idade da loba do famoso vestidinho, a estilista está expondo todas as variações do modelo desde sua criação em 1974, incluindo vestidos de edição limitada especialmente criados para celebrar o aniversário.

“The Journey of a Dress” comemora e consagra de uma vez por todas o vestido que acompanhou – e incentivou – a evolução feminina nessas últimas quatro décadas. Quem passar por Los Angeles até abril de 2014, não pode deixar de conhecer a jornada deste vestido.

A exposição, localizada na Wilshire Boulevard, também mostra a dinâmica e emocionante vida de DVF retratada por artistas famosos, como Andy Warhol, Helmut Newton, Annie Leibovitz, entre outros. Além da carta que deu a vida ao icônico vestido escrita pela ex-editora chefe da Vogue Diana Vreeland.

“É maravilhoso! Acho que suas roupas são absolutamente de arrasar!” disse Vreeland na carta após ter sido apresentada para primeira coleção cápsula de DVF.

Imperdível!

Miranda Kerr

Jerry Hall

Jane Birikin

Eva Langoria

Marisa Tomei

A criadora, Diana Von Furstenberg.

Fotos: reprodução

Leilão Coleção Bethy Lagardère

Bolsinha Dior e bracelete Vintage.

Apesar de Bethy Lagardère ter deixado o Brasil ainda jovem para percorrer a carreira de modelo, ela nunca se esqueceu das raízes e sempre admirou e investiu no nosso país.

Conhecida por seu senso estético apurado e pelo império herdado de seu amado marido, a ex-modelo hoje está em busca de outro sonho. Bethy resolveu unir duas de suas grandes paixões – o mundo fashion e sua terra natal – e criar a Maison Brasileira de Moda e Design Bethy Lagardère, em Belo Horizonte. O local será destinado à exposição de peças de alta costura e cursos de moda e design.

Com o objetivo de construir sua Maison, a antenada brasileira decidiu fazer algo ainda mais surpreendente do que apenas colocar a mão no bolso e pronto. Para angariar fundos para o seu projeto, a dona das mechas brancas mais belas do “jet set” internacional, com a ajuda de Soraia Cals e do leiloeiro Evandro Carneiro, resolveu leiloar uma – que para mim seria grande, mas para ela, deve ser pequena – parte de suas roupas, objetos pessoais e outras coisas mais. Não preciso nem dizer o quanto esse leilão será uma loucura, né?!

A moça, que já desfilou e é cliente fiel de nomes de grandes nomes da moda, vai abrir mão de cerca de 180 peças de alta costura, 95 bolsas e mais um mundo de bijus e joias que levam assinaturas como: Hermès, Louis Vitton, Ferragamo, Ungaro, Alaia, Chanel, Ralph Lauren, Roberto Cavalli, Yves Saint Lauren, Goyard, entre muitos outros.
Mas o leilão não para por aí. Além dos objetos pessoais, o leilão ainda conta com móveis, utensílios para casa e decoração, etc.

Amei a iniciativa, a única coisa que me deixou muito arrasada foi que Bethy calça 41 e que eu não poderei dar nenhum lance em seus 56 pares de sapatinhos Manolo, Louboutin, Zanottti e Choo.

Brincos Grazia & Marica Vozza – Capri, bolsa Judith Leiber, braceletes Chanel e colar Bvlgari.

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Maleta Gayard – LINDA!

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Minha Wish List: bolsa Chanel, bolsa bordada Valentino Vintage, menudiere YSL, anel crocodilo e anel flor.

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Gamão Hermès.

Foto 7: poltrona baixa.

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Mesa escritório.

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Sapatinhos Sergio Rossi e René Caovilla. Grrrrrrr… Eles não são o meu número!

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Para quem quiser conhecer mais – e dar uns lances – no acervo de Bethy Lagardère:

Organização: Soraia Cals e o leiloeiro Evandro Carneiro.

Local: Atlantic Business Center, na orla de Copacabana.

Visitação: até 1º de dezembro, das 12 às 21 horas.

Leilão: dias 2, 3 e 4 de dezembro (segunda, terça e quarta-feira), sempre às 19h30minh

Link: Leilão Coleção Bethy Lagardère

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Bethy Lagardère e a bolsinha Gaultier.

Mais informações:

contato@soraiacals.com.br

contato@evandrocarneiroleiloes.com

Fotos: divulgação

Beatriz Milhazes: uma explosão de cores

Neste final de semana eu tentei ir visitar a exposição Obsessão Infinita de Yayoi Kusama no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), mas, infelizmente, quando cheguei, a fila virava o quarteirão. O que me desanimou completamente. Então, para não perder a “viagem” ao Centro num sábado, acabei passando no Centro Cultural dos Correios e depois fui conhecer o deslumbrante Museu de Arte do Rio, o MAR. O agora também chamado por mim “MAR-avilhoso (!)”: da arquitetura a tudo que está exposto no local.

Bom, com a visita ao Mar eu já estava bem satisfeita e nem mais um pouco triste com a enorme fila que me impediu de entrar no CCBB. Mas quando eu achei que o meu dia não tinha como ficar melhor, uma amiga – através de uma dica inesperada e super oportuna no meu Instagram – me lembrou da exposição de Beatriz Milhazes no Paço Imperial. E eu mais que depressa, rumei para o museu.

Beatriz Milhazes é uma artista relativamente nova, ela tem apenas 53 anos, mas seu talento já é reconhecido mundialmente com obras em acervos de museus como MoMa, Metropolitan, Guggenhein, além de exposições em várias cidades mundo afora e também muitos projetos urbanos e comerciais, como o metrô em Londres e a livraria Taschen em New York. Seus quadros são concorridos e bem valorizados. Ela teve obras vendidas em leilão por mais de 2 milhões de dólares, o valor mais alto já alcançado por um artista brasileiro.

Sabe que para mim é quase impossível não sorrir quando vejo uma obra da Beatriz. Tudo que ela faz é tão colorido e alegre que me deixa feliz. Sei que arte está nos olhos de quem a vê, e aos meus olhos, a explosão de cores e formas geométricas tão presentes nas obras da artista me dão uma imensa sensação de positividade. Adoro seus trabalhos de colagem e simplesmente adoraria ter uma obra dessa carioca na parede da minha sala.

Pode até existir quem não ame a obra de Beatriz Milhazes, mas mesmo assim acho pouco provável que essa pessoa não se sinta mais animada em frente a um quadro da artista.

Amor de Outono.

Amor de Primavera.

Amor de Verão

Livraria Taschen em New York.

Metrô em Londres.

Metrô em Londres 2.

Fotos: reprodução